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sexta-feira, 22 de junho de 2018

O meu "calcanhar de Aquiles"

Venho por meio dessa postagem confessar que meu "calcanhar de Aquiles" é a avaliação: se me perguntarem a teoria sei de cabo a rabo, mas na hora de olhar para o meu aluno e ver o que ele aprendeu ou não sempre acho que alguma coisa me escapa aos olhos.
Já transpus a barreira classificatória e estou em total acordo que cada aluno deve ser avaliado segundo o seu próprio desempenho e servir ele mesmo como parâmetro para a avaliação, contudo, ainda acho que alguma coisa me escapa aos olhos.

“A prática da avaliação da aprendizagem, para manifestar-se como tal, deve apontar para a busca do melhor de todos os educandos, por isso é diagnóstica, e não voltada para a seleção de uns poucos, como se comportam os exames. Por si, a avaliação, como dissemos, é inclusiva e, por isso mesmo, democrática e amorosa. Por ela, onde quer que se passe, não há exclusão, mas sim diagnóstico e construção. Não há submissão, mas sim liberdade. Não há medo, mas sim espontaneidade e busca. Não há chegada definitiva, mas sim travessia permanente, em busca do melhor. Sempre!”
Cipriano Luckesi
Porém, ainda que pensando sobre o ato de avaliar eu considere que alguma coisa me escapa aos olhos, sinto que me aproximo do que Luckesi pensa e sigo buscando e tentando fazer o melhor.

domingo, 9 de julho de 2017

Será?


      E fica o questionamento: quais são as nossas expectativas quanto aos nossos alunos? Será que a Educação Infantil, na "obrigação" de entregar uma avaliação semestral não acaba cobrando demais dos pequenos? Será que estamos deixando que essas crianças sejam apenas crianças?

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Workshop de Avaliação, uma meta reflexão?

        Na segunda semana de agosto retornamos às nossas atividades e em grande estilo: com a apresentação da nossa síntese reflexiva do terceiro semestre, o Workshop de Avaliação.
        Como sempre, esse momento de síntese rende boas reflexões desde a redação, passando pela montagem da apresentação e a própria apresentação.
         Redigir a síntese não é nada simples, é retomar conceitos de todo o semestre, fazendo um paralelo com a minha prática de sala de aula, sem deixar de lançar  o olhar sobre a minha vida pessoal e o meu crescimento em relação ao outro semestre.
           Montar a apresentação da síntese faz com que eu olhe para a síntese com outros olhos, faz com que eu reflita sobre as minhas reflexões, ampliando os sentidos da síntese reflexiva, permitindo-me uma meta-reflexão.
          Sendo assim, o trabalho final é um dos trabalhos mais completos, pois retoma todo o semestre fazendo com que se possa ir além dos conceitos construídos.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Workshopeando


            Todo o nosso primeiro semestre do curso PEAD foi de muita aprendizagem, e a representação de toda essa construção está evidenciada no workshop.
            Quanto a construção do meu primeiro trabalho de conclusão do semestre, primeiramente senti uma certa insegurança ao iniciá-lo e demorei para dar a largada na sua produção.
            Quando soube o que mais ou menos tinha que fazer, deparei-me com outras duas dificuldades: a primeira foi a quantidade de aprendizagens que eu tive durante o semestre, como colocar tudo aquilo no papel? Junto a essa dificuldade, juntou-se outra: como selecionar essas aprendizagens se no momento do workshop que eu descobri que o meu maior companheiro era o meu portfólio, o blog. Sim o blog, aquele a quem eu não tinha dado muita importância, que alimentava aos poucos, quase deixando-o morrer.
            Apesar do nervosismo na apresentação do workshop, senti-me muito segura daquilo que falava, pois construí toda a minha fala ao longo do semestre, e nela havia todo o conhecimento que eu havia construído na leitura dos textos, nas atividades realizadas e nas reflexões feitas tanto no ambiente virtual quanto nos nossos encontros presenciais.
            Ainda que tenha tido dificuldade na realização do workshop de avaliação, considero o mesmo um momento crucial do curso, onde podemos olhar para atrás e refletir a respeito de todas as atividades propostas, amarrando as aprendizagens, costurando os conceitos, tecendo conhecimento.