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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Cá estou eu novamente

      Cá estou eu novamente, recuperando, tentando, não entregando os pontos. Lutando (sim para mim é uma luta) contra o tempo para dar conta de mim, desse espaço que é só meu, que me pertence e do qual eu não abro mão: a faculdade.
       Ao retomar os meus trabalhos aqui, lendo o texto "Questões sobre o tempo no espaço escolar", deparo-me com um trecho do belíssimo poema de Drummond "Cortar o tempo":

                                                                                      Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,                                                                                                                       a que se deu o nome de ano,                                                                                                                              foi um indivíduo genial.                                                                                                                        Industrializou a esperança,                                                                                               fazendo-a funcionar no limite da exaustão.                                                                                             Doze meses dão para qualquer ser humano                                                                                                                   se cansar e entregar os pontos.                                                                          Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez,                           com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.                                                                                                          
        O tempo é tão emblemático e complexo para nós adultos e nós insistimos em padronizar o tempo das crianças dentro do espaço escolar, fragmentando-o, tornando-o descontínuo. Fazendo com que aqueles que não obedecem àquele tempo estabelecido sejam colocados à margem: da sala de aula, do aprendizado, da sociedade.
       Que eu consiga entender melhor o meu tempo e ter mais empatia com o tempo do outro, não cortando-o em fatias, fazendo com que o milagre da renovação possa acontecer em qualquer momento, acreditando sempre que o diferente pode começar aqui e agora.



domingo, 17 de julho de 2016

Finalizando

      Mais um final de semestre... Mais um semestre desafiador e de muitos aprendizados. Em cada interdisciplina aprendi um pouco mais, algumas inclusive fizeram eu mudar alguns paradigmas.
       Na interdisciplina de Música descobri outras possibilidades de trabalhar com a música em sala de aula explorando mais o corpo; em Libras fui desafiada a falar em outra língua e ainda mais, com o meu próprio corpo; Ludicidade fez eu rever os meus conceitos sobre o brincar e Literatura derrubou um preconceito meu quanto aos clássicos da literatura infantil.
        Minhas dificuldades em realizar as atividades foram grandes nesse semestre e os motivos foram inúmeros, novamente fica a resolução de final de semestre de organizar melhor o meu tempo, para isso, postarei aqui a minha tabela de tempo durante o perído de recesso para que já comecemos com o pé direito o próximo semestre. Eu preciso fazer as pazes com o tempo!


sábado, 16 de julho de 2016

Sim, o tempo é relativo

         E nessa última semana do semestre, entre um trabalho e outro cá estou... inventando tempo no meio da minha rotina de mãe.
         Não consegui fugir da recuperação, mas acho que foi mais por falta de organização de meu tempo do que por falta dele. É difícil seguir a tabela do tempo com o João, mas é possível criar mecanismos dentro dela para que eu consiga dar conta dos trabalhos.
          Sendo assim, teimosa que sou, sigo aqui na correria para terminar tudinho a tempo e refletindo a respeito do tempo. Sábio Einstein que dizia que ele é relativo...

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Desabafo

Para iniciar minha nova postagem, peço ajuda ao Pato Fu para descrever o meu momento:


Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio

Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final
Essa letra da música "Sobre o Tempo", descreve o meu desejo atualmente: organizar melhor o meu tempo.

Minha mãe sempre disse que eu precisava organizar o meu tempo e eu a respondia que eu tenho o meu tempo organizado dentro do meu ritmo.
Contudo, com o passar dos anos, descobri que eu não tinha um ritmo só meu, descobri que eu procrastinava as atividades. O sentimento de culpa sempre ficava rondando e a atividade procrastinada ficava martelando na cabeça.

Sabendo dessa fragilidade sei que preciso focar nos trabalhos, não perder o rumo e nunca (NUNCA!) deixar para depois. 

A graduação em Pedagogia é um sonho, um degrau na minha vida estudantil essencial para seguir em frente com um grande projeto profissional e de vida.

Para encerrar, deixo aqui uma imagem muito pertinente à postagem, postada no nosso grupo do Facebook, o PEAD2, pela professora Cíntia:




Em frente!