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quinta-feira, 21 de junho de 2018

Alfabetizar na EJA: EMPODERAR

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“A alfabetização, dentro dessa perspectiva mais ampla, não apenas empowers as pessoas mediante uma combinação de habilidades pedagógicas e de análise crítica, como também se torna um veículo para estudar de que modo definições culturais de gênero, raça, classe e subjetividade se constituem como construtos tanto históricos quanto sociais. Além disso, a alfabetização, neste caso, torna-se o mecanismo pedagógico e político fundamental mediante o qual instaurar as condições ideológicas e as práticas sociais necessária para o desenvolvimento de movimentos sociais que reconheçam os imperativos de uma democracia radical e lutem por eles.”
(Giroux,p.04)

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Lendo obras... Cinematográficas

   Na interdisciplina "Escola, Cultura e Sociedade: uma abordagem sociocultural e antropológica", os professores utilizam-se muito do recurso dos filmes para interpretarmos a nossa própria sociedade.
   Essa leitura é uma das mais prazerosas para mim, que sempre gostei de assistir a filmes que me façam refletir a respeito de mim, dos outros, do mundo. 
   O filme "Machuca" é simplesmente emocionante e ao mesmo tempo que podemos fazer um paralelo com as nossas escolas daqui, também é possível refletir sobre o que está acontecendo na sociedade brasileira, seus protestos e pedidos.
   A leitura do filme "Macunaíma" foi difícil, sendo necessário assistir a ele mais uma vez. A distância daquele contexto foi o que talvez tenha tornado essa leitura mais dificultada.
   Ao assistir ao filme "Quanto vale ou é por quilo" é impossível não relacioná-lo com alguns projetos de emissoras de televisão que solidariamente movimentam milhões de reais por ano e entender por que alguns programas do governo são duramente criticados.
   A partir de tais leituras, lembro-me o que li num dos livros do Paulo Freire, onde ele escreve que a educação não é neutra. Realmente, não há neutralidade na educação. Precisamos saber de que lado estamos e por quem lutamos. Ficar em cima do muro não vale. Eu escolhi o meu lado, e você?